Cada obra carrega vestígios de todas as pesquisas realizadas anteriormente.
Formas retornam. Cores reaparecem. Estruturas são reorganizadas.
O que antes existia separadamente passa a conviver dentro de uma mesma linguagem: geometria e gesto, controle e acaso, memória e descoberta.
Integrar é compreender que cada etapa não substitui a anterior — ela permanece como camada dentro da próxima.


















